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Caminhadas / Percursos Pedestres                                                    «« Voltar 

 Travessia da Serra da Estrela (PNSE)                                              Data: Junho/Julho  2016


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Travessia do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), com inico em Vila Soeiro (Guarda) e fim em Vide (Seia).

Iniciámos esta magnífica travessia na Aldeia de Vila Soeiro, seguindo um trilho que rapidamente alcança o ainda jovem rio Mondego.
À medida que vamos subindo o rio, é possível observar a austeridade das encostas do Alto Mondego, entre granitos e xistos, vamos passando por algumas quintas abandonadas, onde outrora funcionavam algumas fábricas de lanifícios.
Rapidamente apanhamos a levada do Pateiro, para algumas dezenas de metros à frente subirmos a encosta em direcção à aldeia de Trinta, e foi durante esta parte que encontrámos a maior dificuldade desta travessia. O trilho estava completamente tomado pela vegetação, sendo extremamente difícil a progressão em alguns locais. (Os piores locais estão assinalados no track).
Já perto da aldeia de Trinta parámos durante uns minutos junto à Quinta do Ribas, um local encantador, onde apenas se ouve o correr do rio Mondego e o chilrear dos passarinhos. Ainda aproveitámos a chegada de uma Senhora que vivia no local para metermos dois dedos de conversa, onde ficámos a conhecer um pouco mais sobre a histórica da quinta.
Depois de uma subida desde a Quinta do Ribas chegámos à aldeia de Trinta, onde somos logo brindados com uma magnífica casa de pedra. Poderia ser uma simples casa de pedra, no entanto o aproveitamento de um “penedo” existente no local fez toda a diferença, tornando esta casa “especial”!
Após uma paragem rápida num dos cafés da aldeia, seguimos em direcção à quinta da Ireira para atravessar o Mondego, e foi aqui que nos deparámos com mais um imprevisto. O caminho que nos levava para o outro lado do Mondego tinha duas vedações, a primeira fácil de contornar, pois existia um pequeno caminho mesmo ao lado, na segunda sendo uma vedação sem nenhum caminho/trilho que a pudesse contornar facilmente, deixou-nos um pouco indecisos, mas como não havia uma alternativa viável próxima do local, tivemos que “arriscar” e “transpor” também esta vedação. Ficámos sem perceber se as vedações estavam ali devido há existência de gado próximo do local, ou se o proprietário colocou as vedações propositadamente para ninguém passar.
Este troço específico do trajeto foi “recortado” de um “track” existente na Internet, “track” esse que não tinha qualquer aviso sobre estas vedações, levando-nos a pensar que as vedações seriam recentes.
Chegando ao rio Mondego e como já há alguns anos o rio levou a pequena ponte de madeira que existia naquele local, o pessoal começou naturalmente a descalçar-se para passar o rio, claro que nesta altura do ano facilmente se faz esta travessia, porém no inverno e nos meses de muita chuva não aconselhamos a sua travessia!
A partir daqui rapidamente chegamos à Quinta da Taberna, local onde acabou a nossa primeira etapa da travessia.

Na segunda etapa, com início na Quinta da Taberna e com destino a Manteigas, seguimos em direcção a Sudoeste. Com uma subida inicial um pouco “agressiva” não só pelo desnível acentuado, mas também por culpa do muito calor que já se fazia sentir, as vistas fabulosas sobre o alto Mondego iam compensando todo o esforço…!
Após esta subida, o percurso decorre por estradão de terra batida durante quase toda a etapa, com panorâmicas sobre o Vale do Mondego de cortar a respiração!
Já com o covão da ponte ao fundo e ao longo do “Corredor de Mouros” avistamos inicialmente os Fragões das Penhas Douradas e logo depois os Cântaros e a Torre!
Chegando à “Cruz das Jogadas” seguimos pelo “Trilho das Faias” em direcção a Manteigas.
Com uma vista maravilhosa para o Vale Glaciar do Zêzere rapidamente chegamos à linda Vila de Manteigas onde finalizámos a segunda etapa desta travessia.

A terceira etapa, com cerca de 17Km tinha como destino as Penhas da Saúde, onde iríamos pernoitar.
Com inicio junto ao posto de turismo de Manteigas, seguimos pela “Rota do Glaciar”.
O percurso percorre todo o Vale Glaciar do Zêzere, sempre com a refrescante companhia do Rio Zêzere em direcção ao covão da Ametade.
Após curta paragem no Covão da Ametade, seguimos em direcção à Nave de Santo António. Neste ponto deixámos a “Rota do Glaciar” e continuámos em direcção às Penhas da Saúde, local onde pernoitámos.

A quarta etapa tinha como destino Alvoco da Serra, e como sabíamos que o dia ia ser de muito calor iniciámos bem cedo esta etapa.
Seguimos desde a Pousada da Juventude em direcção ao lago Viriato. Após umas fotografias do lago, contornámos o mesmo pela esquerda, tendo como direcção a estrada junto à Nave de Santo António.
A partir da estrada voltámos a seguir a Rota do Glaciar em direcção à Torre onde somos logo contemplados com uma panorâmica lindíssima sobre o covão do Ferro.
Pouco depois chegamos à Senhora da Boa Estrela no Covão do Boi, onde fizemos uma pequena paragem para retemperar forças e prosseguir em direcção à Torre.
Chegando à Torre, e após um café rápido, seguimos em direcção a Alvoco da Serra. Inicialmente tínhamos planeado continuar para Loriga, mas como já por diversas vezes tínhamos feito o trilho da “Garganta de Loriga”, decidimos seguir em direcção a Alvoco da Serra.
A descida para Alvoco da Serra é um pouco agressiva, não só pelo desnível acentuado, mas também devido à forte exposição solar, no entanto, as vistas magníficas compensam sem dúvida toda essa “agressividade”!

A quinta e última etapa levou-nos de Alvoco da Serra a Vide através da “Rota da Ribeira de Alvoco”.
O percurso decorre quase sempre junto da ribeira de Alvoco com passagem por pontes, levadas, e pelos famosos “poços da Broca”!

Esta ultima etapa, embora relativamente fácil, foi feita com uma temperatura superior a 30 graus, o que se tornou um pouco “doloroso”, principalmente nos locais com maior exposição solar.
 

FICHA TÉCNICA

Datas de Realização: 10 e 11 Junho; 26 e 27 Junho; 03 de Julho (2016)

Etapas: 5

Desnível: 4206 m positivos / 4568 m negativos

Tipo de percurso: Linear
 
Distancia Percorrida: 87 Km


ETAPAS:

1ª ETAPA: Vila Soeiro » Quinta da Taberna (17 Km) - Difícil

2ª ETAPA: Quinta da Taberna » Manteigas (21 Km) - Moderado

3ª ETAPA: Manteigas » Penhas da Saúde (17 Km) - Moderado

4ª ETAPA: Penhas da Saúde » Alvoco da Serra (15 Km) - Moderado

5ª ETAPA: Alvoco da Serra » Vide (17 Km) - Moderado


NOTAS/OBSERVAÇÕES:

Na primeira etapa, devido à vegetação alta e existência de duas vedações, aconselhamos todos os interessados a procurar um percurso alternativo a esta etapa!

• Em várias partes desta travessia reparámos na inexistência de sinal de rede móvel de telecomunicações, principalmente entre Trinta e a Quinta da Taberna.

• Inicialmente estávamos a pensar fazer esta travessia em Autonomia em 4 dias seguidos, no entanto, devido à indisponibilidade de alguns elementos do grupo, e também tendo em conta os locais para pernoita, decidimos dividir a travessia em 5 etapas. (Para quem quiser fazer esta travessia em autonomia, o ideal será 4 dias).

Contactos Úteis:

BOMBEIROS

Guarda
: 271 222 115

Manteigas: 275 982 333

Seia: 238 310 315

Loriga: 238 953 255  

CENTRO DE SAÚDE / HOSPITAL

Guarda: 271 200 200

Manteigas: 275 980 100

Seia: 238 315 715

GNR

Guarda
: 271 210 630

Manteigas
: 275 981 559

Seia
: 238 310 300

Loriga
: 238 953 152

POSTO DE TURISMO

Guarda
: 271 205 530

Manteigas: 275 981 129

Seia: 238 317 762

Loriga: 238 951 175

 

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